Um guia rápido pra você reconhecer o pé de risco, identificar os sinais de alerta da neuropatia e da má circulação e saber a hora certa de intervir ou encaminhar. É o olhar clínico que separa a podóloga que perde esses casos da que vira referência neles.
Os graus de risco do pé diabético, pra você reconhecer na hora qual está na sua frente.
Os 7 sinais de alerta clínicos que você não pode deixar passar.
Os erros de manejo que transformam um atendimento de rotina em complicação séria.
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Prof. Jonas Campos · Podologista · IBRAP Educação
Pra podóloga que já atende, ou está começando a atender, e sabe que o paciente diabético pede um olhar diferente. Você vai sair daqui sabendo o que observar antes de encostar no pé.
Material da equipe do Prof. Jonas Campos, do IBRAP Educação, referência em capacitação de podologia no Brasil.
Nossa equipe também vai te chamar no WhatsApp pra tirar dúvidas e te ajudar a dar o próximo passo. Enquanto isso, o guia já é seu.
No paciente diabético, a neuropatia periférica reduz a sensibilidade protetora e a doença vascular compromete a circulação. Nesse cenário, uma hiperceratose mal conduzida, uma pressão a mais ou um debridamento sem avaliação podem abrir uma lesão que não cicatriza, evoluir pra úlcera plantar e, em casos graves, pra amputação.
Por isso a sua avaliação clínica é a principal linha de defesa dele. Reconhecer o pé de risco não é excesso de zelo: é o que protege o paciente, e protege você, de uma complicação e da responsabilidade que vem junto.
Nem todo pé diabético é igual. A podologia classifica esse risco em graus, e identificar em que grau o seu paciente está muda completamente a conduta que ele precisa. Veja como cada grau costuma se apresentar:
Sensibilidade protetora preservada, pulsos presentes e sem deformidade.
Neuropatia com perda da sensibilidade protetora, ainda sem úlcera.
Neuropatia associada a deformidade ou a doença arterial periférica.
Histórico de úlcera prévia ou amputação.
Reconhecer que esses graus existem já muda o seu olhar clínico. Avaliar cada paciente com segurança, classificar o grau certo e definir a conduta, o manejo da hiperceratose, o tratamento das lesões, quando aplicar a laserterapia e a hora exata de encaminhar, é o que você domina na capacitação completa. Este guia te mostra a porta; a capacitação te faz atravessar.
Se um destes aparecer no seu atendimento, aumente a atenção e considere encaminhar ou articular com o médico do paciente antes de intervir:
As condutas mais comuns que transformam um atendimento de rotina em complicação séria:
Reconhecer o pé de risco e os sinais de alerta é o primeiro passo, e o mais importante pra não errar. Mas reconhecer não é conduzir. Na capacitação completa em Pé Diabético do Prof. Jonas você aprende a fazer a avaliação vascular e neurológica completa, classificar o grau de risco de cada caso e conduzir o tratamento com segurança, incluindo a laserterapia aplicada nas lesões, pra se tornar a referência que esses pacientes procuram. Nossa equipe já vai te chamar pra te mostrar como dar esse passo.
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